MATO GROSSO / BRAZIL: pantanal mato-grossense
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

ROTEIRO PELO PANTANAL BRASILEIRO / REGIÃO CENTRO OESTE / BRAZIL




Localizada entre o noroeste do Mato Grosso do Sul e o sul do Mato Grosso, no Centro-Oeste brasileiro, a região é dividida em Pantanal Norte (MT), formada por destinos como Cáceres (220 km de Cuiabá), Poconé (102 km) e Barão de Melgaço (110 km); e Pantanal Sul (MS), com destaque para cidades como Miranda (198 km de Campo Grande), Aquidauana (130 km) e Corumbá (420 km).

Em outras palavas: o Pantanal é imenso e merece planejamento para explorar a maior planície alagável do planeta, uma área de 210 mil km² e quase mil espécies de animais, segundo o ICMBio. 
CONFIRA ATRAÇÕES 
Pantanal Norte 
⇒ Transpantaneira 
A MT-060 tem 140 km de extensão, entre Poconé, portal do pantanal mato-grossense, e a localidade de Porto Jofre.
Essa estrada de terra com trechos precários é melhor aproveitada a bordo de carros 4×4. Com 123 pontes – a maioria delas em madeira -, a Transpantaneira é conhecida pelas áreas alagadas que atraem animais em busca de alimentos e água. 
A obra em si já é um atrativo imperdível do Pantanal Norte. 
⇒ Parque Estadual Encontro das Águas 
Considerado o melhor local para observação de onças, no Pantanal Norte, esse atrativo tem mais de 100 mil hectares, recortados por rios, onde é possível ver animais como capivaras, jacarés, ariranhas, onças e aves. 
O parque, que deve ser explorado em passeios de barcos motorizados, fica nas regiões de Poconé e Barão de Melgaço, no Mato Grosso. 
Pantanal Sul 
⇒ Day use 
Agências de Bonito, no Mato Grosso do Sul, costumam oferecer passeios de um dia para o Pantanal Sul. Fuja dessa roubada. 
O Pantanal é uma região complexa e nem sempre se exibe fácil em tours apressados que começam cedo e terminam no final do mesmo dia. 
Embora não seja a melhor forma de conhecer de verdade uma região tão ampla como o Pantanal, ainda assim o destino conta com opção de day use para quem não tem tempo e embarca em tours de um dia.
A cidade de Aquidauana serve como porta de entrada para a região e dá acesso a atrações naturais de Nhecolândia (distrito de Corumbá) e Miranda, onde estão os melhores hotéis da região. 
Final de tarde na região do Rio Claro, no Pantanal Norte, no Mato Grosso (foto: Eduardo Vessoni)
⇒ Estrada-parque Pantanal 
São quase 120 km de estrada de terra batida, em uma área de sete mil hectares, aproximadamente, entre os municípios de Miranda, Corumbá e Ladário. 
Com menos vida animal às margens, essa via vai da BR-262, na região do Buraco da Piranha, até Corumbá, incluindo travessia de balsa, no Rio Paraguai. 
Assim como a irmão mato-grossense, essa estrada é cortada por pontes de madeira e dá acesso aos hotéis-fazenda da região. 
⇒ Expedição fotográfica 
Entre os dias 25 e 30 de setembro de 2017, o Pantanal Sul recebe mais uma expedição com o fotógrafo Zig Koch. 
Voltado para fotógrafos amadores, o roteiro com hospedagem no hotel Refúgio da Ilha, em Miranda, inclui aulas com dicas de fotografia, tours no Pantanal com enfoque em fotografia de vida selvagem e passagem por Bonito, também no Mato Grosso do Sul.  (Helder Brandão)
QUANDO IR AO PANTANAL? 
Dizem que por ali nenhuma temporada é igual à outra. Aliás, nenhum dia se parece a outro. 
Basta sair para um passeio bem cedo (às 5h30 da manhã para ser bem exato) para ter diante dos olhos uma fauna exibida de anfitriões como ariranha, capivara, jacaré, tuiuiú e onça-pintada.


Maior planície alagável do planeta e menor bioma do Brasil, o Pantanal tem 210 mil km² e abriga quase mil espécies de animais (sem contar as 3,5 mil espécies de plantas), segundo o ICMBio. 
Mas o ciclo da vida ali tem data para acontecer e planejamento é fundamental para visitar a região. 
Para ver animais (aos montes), no Pantanal, a melhor vai de julho a setembro, quando o nível dos rios baixam e os bichos buscam água e alimento, nas margens de estradas, para delírio dos visitantes. Os dias podem ser quentes e abafados, mas com noites mais frescas, a 21° C, aproximadamente.
De agosto a dezembro, entre o final do inverno e a primavera, a temporada pantaneira é marcada pelo céu claro, acasalamento de mamíferos e migração de aves como andorinhas e gaviões. Com sorte, ainda dá para ver animais nas estradas e durante os safáris em rios. Em 2016, por exemplo, a observação de animais se estendeu até o início de novembro e era possível encontrar felinos, ainda no final da temporada. 
As chuvas de verão, que costumam cair entre janeiro e março, começam a alagar a planície, com céus, alternadamente, claros e nublados. É nessa época que os animais buscam refúgio em áreas mais elevadas, répteis botam seus ovos e começa a migração de aves. As temperaturas são elevadas e chegam a 32°C aproximadamente. 
De abril a junho, encerra-se o período de precipitações, os céus do Pantanal ficam mais claros e os campos assumem tons mais verdes. 
(* fonte: Araras Eco Lodge)
Fonte dos textos e fotos: msn.com / Becker Thymonthy / viagem em pauta / Trilhas e Aventuras



CONHEÇA O MUNDO OLHANDO DA JANELA DO TREM

OS SONHOS QUE SONHEI
O PADRE QUE RECLAMAVA DE TUDO
Estava em uma igreja. Estava sentado num banco que ficava no meio da igreja, mas todos os outros bancos estavam distantes deste. Estava sentado eu e um padre. Este padre reclama de tudo. Do jeito que eu estava sentado, dizia que eu falava muito. Reclama da celebração da missa, dizendo que estava errado. Quando chegou a hora da consagração, alguém saiu com uma bandeja, cheia de pequenos pedaços de churrasco, distribuindo para as pessoas que assistiam a missa. 


Quando este alguém chegou perto da gente, este padre disse que os pedaços de carne estavam muito grandes, que era para voltar e cortar em pedaços menores. Nisto fui saindo da igreja e o padre reclamando ao meu lado. Ele saiu dizendo que eu não fazia nada certo.




VERA / MATO GROSSO / BRAZIL (5.466 / 5.570) POPULAÇÃO: 11.402 PESSOAS (IBGE 2020)




Tem Festas Religiosas e Populares, Eventos Esportivos, Turismo de Lazer, Turismo de Aventuras e Ecoturismo.
Vera | MT
Trevo de chegada
Rua da cidade
Biblioteca municipal
Pórtico de chegada
Rio que banha a cidade
Rua da cidade
Bonita imagem aérea da cidade
Rua 
Comércio no centro da cidade
Avenida central
Comércio no centro da cidade

Avenida central
Comércio local
Praça esportiva
Rua da cidade
Unidade Básica de Saúde
Vista aérea da Igreja de São Judas Tadeu
Campo de futebol
Estádio de futebol
Praça central
Avenida central


Avenida central
Igreja
Trevo de acesso 
Rodovia de acesso
Trevo de acesso
Imagem perfeita da cidade
Rua da cidade
Capela Padre Antônio Heidler
Chegando na cidade
Evento esportivo que movimenta a cidade
Fórum de Justiça
Igreja de São Judas Tadeu
 Padroeiro da cidade
Ginásio Poliesportivo 
Ginásio Poliesportivo
Bonita sede da Prefeitura Municipal
Entrada da Prefeitura Municipal
Igreja de São Judas Tadeu
Unidade Básica de Saúde
Entorno da região
Dados gerais da cidade de Vera | Mato Grosso
Código do Município - 5108501 
Gentílico - verense 
Prefeito (2017) MOACIR LUIZ GIACOMELLI 
População estimada [2018] 11.216 pessoas 
População no último censo [2010] 10.235 pessoas


Densidade demográfica [2010] 3,45 hab/km² 
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016] 1,7 salários mínimos 
Pessoal ocupado [2016] 1.957 pessoas 
População ocupada [2016] 18,1 % 
Posição geográfica da cidade de Vera no estado do Mato Grosso
História da cidade de Vera | Mato Grosso
Vera 
Mato Grosso - MT 
Histórico 
A denominação Vera surgiu como forma de homenagear o primeiro topônimo pátrio, dado por Pedro Álvares Cabral, Terra de Vera Cruz, ″... o Capitam pos nome o monte Pascoal, e a tera de Vera Cruz', na forma original da carta de Pero Vaz de Caminha. 
Na verdade, pretenderam também, os colonizadores da região, tendo à frente o Sr. Ênio Pipino, homenagear com nomes de mulheres as cidades que fundaram Santa Carmem e Cláudia, excluindo-se Sinop, que é a sigla da empresa povoadora - Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná e Vera.


Coincidentemente, dois diretores da colonizadora tinham sobrinhas com o nome de Vera, segundo o Sr. Ascânio, antigo funcionário da companhia, não se tratou de homenagem familiar. A empresa não pretendeu seguir a tradição toponímica brasileira, que, mormente, dá nomes dos santos do dia, de origem indígena, de acidentes geográficos ou de vegetais aos sítios urbanos. 
Em Vera, também nos bairros rurais os nomes foram dados homenageando mulheres; Nair, Rosa e Marta. 
A colonização da cidade Vera deu-se oficialmente a partir 27 de julho de 1972.
Este eh o brasão da cidade de Vera | Mato Grosso
Fonte dos textos e fotos: Prefeitura Municipal de Vera | MT / Wikipédia / IBGE / mapio.net / Thymonthy Becker / V. Volpato / 


VALEU POR VIAJAR COM A GENTE - SEMPRE VOLTE

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