MATO GROSSO / BRAZIL: ecoturismo
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

CHAPADA DOS GUIMARÃES / MATO GROSSO / BRAZIL




Impressionantes paredões de arenito vermelho-alaranjado - marcas registradas da Chapada dos Guimarães - dão as boas vindas aos turistas que aportam na cidade, a apenas 69 km da capital Cuiabá.

Porta de entrada do Parque Nacional, a cidadezinha que leva o mesmo nome da reserva oferece pousadas confortáveis, restaurantes aconchegantes e uma pracinha (onde fica a bucólica igreja de Santana) que, nos finais de semana, funciona como feirinha de artesanato durante o dia e ponto de encontro dos visitantes quando a noite cai.
A 11 quilômetros do centro da vila, o parque criado em fins dos anos 80 ocupa uma área de 330 quilômetros. O cenário perfeito combina cerrado, cachoeiras e cânions, além de pinturas rupestres e formações rochosas que enchem os olhos de ecoturistas e esotéricos.
As muitas trilhas, desbravadas a pé ou de bike, levam a mirantes naturais que descortinam maciços montanhosos e, em dias claros, avista-se a planície pantaneira e a capital Cuiabá.
Os caminhos conduzem ainda ao cartão-postal da Chapada: a cachoeira Véu de Noiva, com 86 metros de queda, vista panorâmica e lindos sobrevoos das escandalosas araras vermelhas. Lá embaixo há um poço de águas cristalinas, mas os banhos são proibidos.
Também merece destaque a Cidade de Pedra, emoldurada por rochas pontiagudas que remetem a castelos medievais. As formações espalham-se por cânions que chegam a 350 metros de altura em meio a escarpas também frequentadas pelas araras. A exuberante e variada vegetação do cerrado pode ser apreciada ao longo de todo o passeio.
A imponência natural da Chapada dos Guimarães justificou a criação, em 1989, do parque nacional que leva seu nome. Na área de conservação e em seus arredores ficam a maior gruta de arenito do Brasil, cachoeiras como a emblemática Véu de Noiva, uma profusão de paredões de pedra alaranjados e belos rios. Recentemente, a cidade ganhou um estruturado parque de ecoturismo. Muitos restaurantes só abrem nos fins de semana, quando as pousadas costumam lotar.
COMO CHEGAR
COMO CIRCULAR
O parque é próximo da cidade e concentra algumas atrações. Para ver as principais, como a Gruta Azul e a Caverna Aroe Jari, siga pela MT 251 sentido Campo Verde e enfrente 41 quilômetros de estrada, dos quais 25 são de terra.
ONDE FICAR
Com diárias até R$ 300, considere a Pousada Solar do Inglês, hospedagem de charme pelo Guia Brasil 2013, e a Pousada do Parque. A Pousada Villa Guimarães, com ambiente caseiro, tem quartos com camas confortáveis. A Pousada Penhasco, com diárias mais altas, está na borda da Chapada.
SUGESTÕES DE ROTEIROS
1 dia – Reserve um dia para conhecer o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Há quatro formas regulares para conhecê-lo: do mirante da Cachoeira Véu da Noiva, uma das principais atrações, através do Circuito das Cachoeiras, pelo Morro de São Jerônimo ou pelo Vale do Rio Claro. Para um dia de viagem, escolha conhecer pela Cachoeira Véu da Noiva.
2 dias – Com dois dias na Chapada dos Guimarães, faça o trekking até o morro de São Jerônimo: são oito horas de trilha que passa por formações areníticas curiosas, como o Jacaré de Pedra, a Pedra Furada e a Mesa do Sacrifício. Aproveite para fazer o Circuito das Cachoeiras, cujo percurso de 7 quilômetros passa pelas quedas Sete de Setembro, do Pulo, Prainha, Degraus e Andorinhas e por duas piscinas naturais.
4 dias – Com mais tempo, faça o passeio que leva até a Caverna Aroe Jari e para a Gruta da Lagoa Azul. Maior gruta de arenito do Brasil, a Aroe Jari, ou Gruta do Francês, tem 1550 metros de extensão. A 30 minutos da caverna está a Gruta da Lagoa Azul, de água cristalina.
QUANDO IR
No verão, para tomar banho nas cachoeiras e ter boa vista nos mirantes. Costuma haver neblina no inverno.
CHAPADA DOS GUIMARÃES É UM MUNICÍPIO BRASILEIRO DO ESTADO DE MATO GROSSO.
JA FOI CONSIDERADO O MAIOR MUNICÍPIO DO MUNDO, DEVIDO AO SEU TERRITÓRIO QUE TINHA CERCA DE 269 MIL KM². 
O MUNICÍPIO DE CHAPADA DOS GUIMARÃES DEU ORIGEM A MUNICÍPIOS COMO ALTA FLORESTA, COLÍDER, SINOP, NOVA BRASILÂNDIA, PARANATINGA E OUTRAS.


POSSUI VÁRIOS PONTOS TURÍSTICOS COMO, POR EXEMPLO, O PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, COM CACHOEIRAS, CAVERNAS, LAGOAS E TRILHAS EM MEIO A NATUREZA TÍPICA DE CERRADO, VEGETAÇÃO PREDOMINANTE NA CIDADE.
Mirante do Centro Geodésico, da Chapada dos Guimarães, onde seria o ponto central da América do Sul. A localização oficial demarcada por Marechal Rondon, no entanto, aponta para a Praça Pascoal Moreira Cabral, em Cuiabá. Polêmicas à parte, o lugar merece ser visitado. A visão é de um extenso mar de morros e da planície pantaneira, com um belo por do sol
Ponte de pedra é uma das formações rochosas na Chapada dos Guimarães. Rochas se equilibram umas sobre as outras e criam construções e monumentos naturais
Turistas curtem o por do sol e apreciam a vista de morros e da planície pantaneira, no mirante do Centro Geodésico
fontes dos textos e fotos: Wikipédia / viajemaqui.abril.com.br / Thymonthy Becker / uol.com.br 



CONHEÇA O ESTADO DE SANTA CATARINA


OS SONHOS QUE SONHEI
VOANDO DE COSTAS
Estava num local que parecia ser uma fábrica, ou usina. Estava num canto desta fábrica, fora do galpão, onde havia um corredor de uns 10 metros de comprimento por uns 3 de largura. Este corredor era formado por sucatas que estavam colocadas ali, e ficava a céu aberto. Eu estava em pé perto de uma carcaça que parecia ser a frente de um caminhão. Nisto o tempo começou a passar em alta velocidade. Mas não para mim. Era como se fosse filmagem de muito tempo e eles acelerassem e passassem tudo em minutos. Eu fui vendo a sucata sumindo, aparecendo outras no local. A carcaça que parecia ser a frente de caminhão, onde eu estava perto, indo enferrujando e esfarelando aos poucos. Até que esta aceleração parou. O corredor continuou o mesmo, só que desta vez, tinha era muita lenha em sua volta. Lenha esta que é comum usarem em caldeiras a lenha. Eu fui até a ponta deste corredor, sentei de costas para ele e forcei o corpo e sai voando de costas, a mais ou menos uns 30 centímetros do chão, até a outra extremidade deste corredor, onde caia sentado. 

Eu virava e forçava o corpo novamente e saia voando até o outro lado. Eu me esforçava para tentar voar bem alto, mas sempre voava perto do chão. Fiz isto algumas vezes até que numa das extremidades, eu olhei para o lado e vi que esta fabrica tinha ficado muito grande. Havia uma rua dentro desta fabrica que vinha até este corredor. Eu olhei e vi alguns homens carregando alguns equipamentos nas costas, mas estavam bem longe de mim. Quando fui tentar voar novamente, vi que na outra extremidade havia um homem e uma criança, jogando bolinha de gude. Eu então fiquei imaginando porque foram jogar logo ali, pois estava atrapalhando eu voar.




TABAPORÃ / MATO GROSSO / BRAZIL (5.109 / 5.570) POPULAÇÃO: 9.429 PESSOAS (IBGE 2020)




Com toda sua exuberante biodiversidade, a Bacia Amazônica é rota obrigatória para os amantes da pesca esportiva. É um lugar único, onde se pode encontrar rios e lagos limpos e preservados, em meio à sua incontestável beleza selvagem. 

Pescarias esportivas no Rio Teles Pires 
Pescar na Amazônia é algo único no mundo: com todos os sons, cheiros e visões já é algo especial e excitante. Mas fisgar um tucunaré ou um jaú é indescritível. Milhares de espécies de peixes habitam os rios da Amazônia. 

É importante lembrar que a pesca esportiva é uma atividade ecologicamente correta e proporciona momentos de prazer ímpares aos seus praticantes, cada dia mais preocupados com a manutenção do meio ambiente e da preservação das espécies dos peixes, já que sem eles o esporte não pode ser praticado. 

Vistas aéreas da cidade de Tabaporã, Mato grosso


Cavalgada na cidade de Tabaporã, Mato Grosso
Estrada de acesso para as Comunidades de Tabaporã no Mato Grosso
Vistas parciais da cidade de Tabaporã no Mato Grosso





Rally de Aventuras na cidade de Tabaporã no Mato Grosso



Rodovia de acesso para a cidade de Tabaporã, Mato Grosso
Ruas e Avenidas da cidade de Tabaporã no estado do Mato Grosso

Turra Armazéns Gerais em Tabaporã, Mato Grosso

Zona Rural da cidade de Tabaporã, Mato Grosso

Dados gerais da cidade de Tabaporã, Mato Grosso
Código do Município - 5107941 
Gentílico - tabapoaense 
Prefeito (2017 / 2020) SIRINEU MOLETA 
População estimada [2019] 9.489 pessoas 
População no último censo [2010] 9.932 pessoas 

Densidade demográfica [2010] 1,19 hab/km² 
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2017] 2,3 salários mínimos 
Pessoal ocupado [2017] 1.168 pessoas 
População ocupada [2017] 12,5 % 
Posição geográfica da cidade de Tabaporã no estado do Mato Grosso
História da cidade de Tabaporã, Mato Grosso
Tabaporã 
Mato Grosso - MT 
Histórico 
O território do município foi inicialmente habitado por nações indígenas. A denominação do município é de origem Tupi, sendo homenagem aos antigos moradores desta vasta área, hoje habitada pelo homem branco. E foi um ilustre cidadão, um poeta da mais alta linhagem que sugeriu o nome da cidade — Carlos Drummond de Andrade, o mineiro que ficou imortalizado pelos versos que compôs ″no meio do caminho existia uma pedra, existia uma pedra no meio do caminho″. 

Tabaporã significa taba: aldeia, povoação e porã: bonito, belo, formoso. ″Cidade Bonita″. 
Com certeza seus povoadores preveem um futuro brilhante para esta cidade encravada no seio da floresta amazônica. Para a formação da Bacia Amazônica contribuem os rios São Francisco e Apiacás, além de inúmeros afluentes, constituindo-se numa região de considerável índice de concentração hidrográfica, portanto, de excelente drenagem fluvial. Outro fator extremamente importante é a topografia do terreno, a maioria é plana, sem limites para a mecanização agrícola. 

Certamente com a expansão da fronteira agrícola e a construção de boas estradas vicinais, rodovias e boas condições de trabalho o progresso fincará pé na ″Cidade Bonita″. 
A comunidade surgiu a partir de 1984, em função do projeto de colonização da Gleba Tabaporã, cuja área era de quase quarenta mil quilômetros quadrados. Deu-se a partir de um contrato firmado entre Apolinário Empreendimentos Imobiliários Ltda., pertencente ao Grupo Comercial Isaías Apolinário e Zé-Paraná Empreendimentos Ltda., pertencente ao colonizador e comendador José Pedro Dias, popularmente conhecido como Zé Paraná, pioneiro na região e fundador do município de Juara — MT. 

A efetiva ocupação do núcleo de colonização ocorreu com a venda dos primeiros lotes. Foi pioneiro nesta área o agricultor Ademir Jesuíno Costa, que veio com sua família da cidade paulista de Monte Castelo, fixando residência em Tabaporã. 
Grande fluxo migratório registrou-se em 1985. Centenas de famílias chegavam ao lugar à procura do sonho da terra própria, a maioria desses pioneiros provinha dos Estados de São Paulo e Paraná. 

A propaganda de terra boa e baixo custo atraíram muita gente, permanecendo em efervescência até 1986. A partir do ano seguinte, observou-se uma estabilização na vinda de famílias migrantes, em função do quadro de venda nas áreas agricultáveis por problemas conjunturais de influência nacional. 
O povoado em crescimento tomava forma de cidade, e seus moradores se organizaram politicamente e reivindicaram maior poder de decisão. 
Gentílico: tabaporaense 
Este eh o brasão da cidade de Tabaporã, Mato Grosso
Fonte dos textos e fotos: Prefeitura Municipal de Tabaporã, MT / IBGE / facebook.com/juniorimagensaereas (Junior Imagens Aéreas) Wikipédia / Thymonthy Becker 

DA JANELA DO TREM VOCÊ CONHECE O MUNDO


OS SONHOS QUE SONHEI
A FUMAÇA QUE PURIFICA
Estava em cima de o que seria um telhado de uma casa. Mas este telhado era feito de folha de zinco e era bem comprido. Deveria ter uns 10 metros de comprimento por uns 3 metros de largura. Numa das extremidades, mas do lado de fora deste teto, Havaí uma chaminé e saia muita fumaça cinza. O vento trazia esta fumaça em minha direção, eu estava do outro lado. Esta fumaça percorria toda a extensão deste telhado. Eu sabia que esta fumaça tinha que percorrer todo o telhado, pois ela estava purificando o mesmo.